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Livros

Um livro para permanecer na memória por anos a fio - e que jamais alguém será capaz de criar algo igual novamente.

Cresci com as pessoas ao meu redor dizendo e comentando sobre o quão bom “O pequeno príncipe” era, sobre todas as lições de vida, e a beleza incomparável do texto. Estava curiosa, mas não queria ler, e acabei por adiar a leitura desse livro. Bom, pior pra mim. Imagino quantas coisas eu poderia ter enfrentado com um sorriso no rosto e com um pouco mais de maturidade se eu tivesse lido esse livro antes..

O pequeno príncipe é aquele tipo de livro que não importa quando, como, onde ou quantas vezes você o leia: ele sempre terá algo a acrescentar. É livro de criança, sim, e livro de adulto também. Ele traz uma história tão suave, tão sutil e com uma linguagem infantil que você jamais poderá esquecer.

“Mas vou contar-te o tal segredo: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos!” – O pequeno príncipe.

O pequeno príncipe traz à tona algumas verdades tão belas, e põe o caráter a prova. Nos faz lembrar de algo tão essencial que constantemente esquecemos: a arte de amar. Assim como o pequeno príncipe amava a sua pequena rosa, assim como o viajante aprendeu a amar o pequeno príncipe, e assim como a raposa e todos os outros. O amor, a amizade, a alegria, a esperança, a sutileza… coisas que há muito nos esquecemos. Mas o principal de tudo: o pequeno príncipe nos convida a voltar à infância, voltar a aprender a se emocionar com as pequenas coisas como uma flor, uma estrela cadente ou um sorriso..

“- Tu procuras galinhas?
– Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
– É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa “criar laços.
– Criar laços?
-Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás o único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…
-Começo a compreender, disse o principezinho.
-Existe uma flor. . . eu creio que ela me cativou … [...]

[...] Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e descobrirei o preço da felicidade!” – O pequeno príncipe.

E além de todos os ensinamentos e todas as frases tão perfeitas e que são verdadeiros ensinamentos e lições de vida… sabe o que é o mais lindo? É você poder olhar para a imagem abaixo e saber que isso não é um chapéu.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” – O pequeno príncipe.


Minha classificação: 5 estrelas.

THAT'S WHAT I'M TALKING ABOUT!!!!!!!!!!!!11!!!!!

É um livro que conta sobre o que acontece num reality show chamado Jogos Vorazes: 24 pessoas (chamados tributos) se matando dentro de uma espécie de floresta. Apenas um sai de lá. Apenas um sobrevive.

Que horror?

TIRE ESSE PENSAMENTO JÁ DA SUA CABEÇA.
Jogos Vorazes é um dos livros mais incríveis que eu já li na vida!
A narrativa da Suzanne Collins é impressionante. O poder das palavras e a forma com ela as usa fazem você mudar totalmente sua forma de pensar, principalmente porquê a história é contada no presente então você não faz idéia do que vai acontecer. Se a Katniss sente dor, você sente. Se ela sofre, você sofre. Você pode sentir a sede dela, a fome, o desespero. É tudo um grande labirinto, um grande sufoco em que você não se liberta até chegar na última página e é aí que eu digo: Suzanne Collins escreve bem DESSE jeito. Ela faz você realmente sentir que é, de fato, um grande reality show. As pessoas observam, comentam e 24 adolescentes são levados para um lugar para matarem uns aos outros até sobrar só um. Não vou perguntar se você entende, porquê não, você não entende até ler.
Essa coisa do poder das palavras mexe muito comigo, porquê eu me lembro de Hitler. Ele, com o poder das palavras, convenceu uma nação inteira de que matar milhões de pessoas inocentes e fazer barbaridades que mudariam o curso da história para sempre era correto, em prol da busca pela “nação pura”. Consegue imaginar isso?

O livro acontece no futuro. Depois que os Estados Unidos da America é destruído, ali nasce a nação chamada Panem e, com ela, 13 distritos e a Capital – que controla tudo. Cada distrito é responsável por uma coisa: comida, agricultura, energia etc, mas a maioria dos distritos vivem na miséria. O 13° distrito se revolta contra a Capital e acaba sendo destruído. Agora só sobram 12 distritos. O que acontece? Para provar o seu poder, a Capital instala os jogos vorazes: duas pessoas (tributos) sorteadas de cada distrito terá que ir para um lugar e se matar lá dentro. Quem sobreviver (o único ou única) ganha benefícios e melhorias para o distrito.

Primeiro ponto: amor. Katniss se ofereceu como tributo para poupar a vida de sua irmã, Prim. Deixou sua vida, família, esperanças e melhor amigo para trás por amor. Segundo ponto: coragem. A Kat é tão forte. Tão segura de si, indomável, tão como a maioria de nós queremos ser. Ela não é manipulável, não se deixa levar por ninguém, não aceita críticas, não abaixa a cabeça, não aceita que duvidem dela e é tão… tão Katniss!

O ritmo do livro é descontrolado, rápido demais e talvez seja exatamente isso o que o torna tão verdadeiro. Você quase sente. Em um segundo tudo acontece e você passa por pessoas mutiladas, pessoas sendo mortas, perigos, armadilhas e inúmeras outras coisas até parar, ler tudo de novo e perceber exatamente o que é tudo aquilo. Ainda assim, no meio dessa loucura, Katniss e Peeta só querem provar uma coisa: eles são mais do que tributos usados pela Capital como forma de poder. E eles vão provar que, mesmo que eles tenham que morrer e matar, eles continuarão sendo… eles. Vão provar que a Capital não pode influenciá-los.

Mas claro que junto com Jogos Vorazes vem culpa. Culpa e peso no coração de ter me apaixonado tanto por esse livro, mesmo que ele retrate tantas outras coisas violentas da história. Ao mesmo tempo que é fantástico, é esmagador. Brutal. Triste. Todas as pessoas do 13° distrito foram mortas, porque se opuseram à Capital. Porquê falaram sobre o que pensavam, se revoltaram contra a miséria que viviam. A ditadura, por exemplo. Quantas pessoas foram mortas, assassinadas, exiladas ou que simplesmente desapareceram porquê lutaram por justiça? Elas eram vistas como se fossem só peças erradas atrapalhando um jogo de xadrez. Mas acho que isso é outra coisa que a Suzanne Collins coloca no livro, indiretamente, para nos fazer pensar: não devemos nos calar. Nos deixar controlar. A verdade é que o governo deve temer o seu povo, e não o contrário! No final de tudo, eu só sei que ainda não consegui decidir entre terminar esse livro rindo, tendo um infarto ou chorando.
Enough said.

Minha avaliação: 5 estrelas.

A primeira coisa que minha mãe me disse ao me dar esse livro de presente: “Não subestime a história e não julgue o livro pela capa. Nos meus tempos de escola, e até meados dos anos 80, esse livro era leitura obrigatória em todas as escolas do País. É uma história realmente bela.”

Ainda assim, fiquei meio indecisa ao ler o livro. Não dava nada por ele e, confesso: li mais porquê era presente do que por vontade mesmo. Hoje, quando vou conversar com a minha mãe sobre esse livro, ela me diz: “Filha, eu não lembro muita coisa. Eu li esse livro quando tinha 10 anos, era criança ainda. O que eu lembro era que tinha as conversas dos garotos, o campinho de futebol, o loirinho… Lembro deles conversando – mas não lembro o teor das conversas. O que tornou esse livro tão especial pra mim foi o sentimento que eu lembro de ter tido ao terminar de ler ele, mesmo a anos atrás. Lembro que chorei, me emocionei profundamente e isso nunca saiu de mim. Por isso quis que você lesse também.”

Se eu visse esse livro numa prateleira de uma biblioteca, eu provavelmente o ignoraria – e perderia uma grande lição de vida. Isso me diz muita coisa, sabe? É bem verdade quando dizem que não se deve julgar um livro pela capa, pela resenha, pela primeira impressão ou o que for. Todo livro sempre tem algo maravilhoso para te passar. E, é assim que a maioria das coisas boas da vida acontecem: quando você está despreparado. A menina que roubava livros, de Markus Zusak, e esse foram os únicos livros que já me fizeram chorar.

Eu não consigo descrever muito bem a história desse livro, mas quando eu penso nele o que me vem a cabeça é: inocência. Aquele clichê de quão bom é ser criança e de como basta apenas alguns segundos para que a sociedade destrua tudo isso. O livro fala sobre dois grupos de crianças que disputam por um lugar chamado “grund” – um campinho de futebol, disputado pelos dois lados. Os dois lados fazem guerrinhas, brigas, se unem, fazem reuniões e arquitetam planos e mais planos para a posse do tão estimado campinho de futebol, mas a história não é isso. O que torna essa história fantástica, além de dois acontecimentos gigantescos no final, são as pequenas lições intrínsecas a ela. A amizade. A união. O lutar pelo que se quer. As escolhas. As crianças, que lutam com todas as forças por algo que achamos bobo. A visão das crianças de que, ao mesmo tempo que algo simples pode ser tão importante, algo sério pode ser inofensivo.

O livro inteiro é lindo e sensível, mas o que realmente surpreende (e te faz chorar como um bebê) é o final. Por isso eu peço: leia. Mas leia mesmo. Se você ver esse livro em alguma prateleira, em alguma livraria… dê uma chance para ele. Não vai se arrepender.

Minha avaliação: 5 estrelas.

Quem me passou esse meme foi a Gabi (Bibs!) do blog Nooblândia. :)
Vamos lá?

Meta de leitura: Ano passado li 78 e, esse ano, espero ler 100!

Primeiro do ano: Dos três, um: Sábado À Noite (Babi Dewet), Eu sou o Mensageiro (Markus Zusak) ou O Morro Dos Ventos Uivantes (Emily Brontë). Muito provavelmente, sábado à noite!

Gênero que vou ler mais: Romances, mas os clássicos. Jane Austen, Shakeaspere… Mas também vou ler muito chick-lit, fantasia e coisas do tipo!

Gênero que vou ler menos: Auto ajuda. Enough said.

Lançamento internacional mais aguardado: Silêncio, da Becca Fitzpatrick. Continuação de Sussurro e Crescendo!

Lançamento nacional mais aguardado: Sem dúvida NENHUMA é Fazendo meu filme 4 (e último!) e Sábado à noite 2.

Continuação de saga mais aguardada: As crônicas de Kane (Pirâmide Vermelha! Pirâmide Vermelha!) e Silêncio.

Final de saga mais aguardado: Silêncio, over again. E A esperança, continuação de Jogos Vorazes. Já saiu, ok, mas eu ainda não li.

Próximas compras: Em chamas e A esperança (Jogos Vorazes #2 e #3!), Suzanne Collins. Fazendo meu filme 3 – O roteiro inesperado de fani, Paula Pimenta. Equador, Miguel Souza Tavares. O Herói perdido, Rick Riordan (♥). O céu está em todo lugar, Jandy Nelson. Bonequinha de luxo, Truman Capote. E, por último (ufa!), toda a Coleção Negra.

E indico esse meme para quem quiser fazer! :)

“Existe uma coisa deliciosa em escrever aquelas primeiras palavras de uma história. Você nunca pode dizer exatamente aonde elas irão te levar. As minhas me trouxeram aqui.” – Miss Potter.

Nota: se você não leu o primeiro livro, leia a resenha de Fazendo meu filme 1 – A estréia de Fani primeiro para entender melhor a história!

Fazendo meu filme 2 – Fani na terra da Rainha foi um dos livros que mais me surpreenderam, por vários motivos. Normalmente, são raros os livros de séries que tem o seu segundo volume sendo tão bom (ou melhor) do que o primeiro, como esse foi. Mesmo com o final do primeiro livro, que nos deixa cheias de expectativas, mesmo com a história que muda totalmente de cenário (totalmente diferente do primeiro!) e mesmo com todos os outros personagens que entram na história, isso tudo (surpreendentemente) não faz com que a história perca o foco. Pelo contrário: o amadurecimento da Fani é visível conforme as páginas do livro vão sendo devoradas. Os personagens anteriores não são esquecidos e você consegue sentir o desenvolvimento natural das coisas.

Nesse segundo volume, Fani vai para a Inglaterra, pronta (ou nem tanto) para iniciar uma vida totalmente nova, longe de tudo o que sempre esteve acostumada e, principalmente, longe do protagonista de um amor que ela descobriu tarde (ou cedo) demais.

“Todos os seus momentos transbordam intensidade. E não seria assim a forma como deveríamos sempre viver? Fazendo cada minuto valer, em vez de deixar o relógio funcionar inutilmente?”

Deixe-me dizer uma coisa: se você pensa em fazer intercâmbio (principalmente pra Inglaterra, Londres ♥, assim como eu!) vai se identificar mais do que tudo com esse livro, e vai ficar mais ansioso pra ir ainda! A descrição de lugares, de pessoas, da família ‘provisória’, das novas companhias… tudo é tão intenso e bem feito que você quase se sente lá, com a Fani. Do outro lado do mundo, Fani sente a dor da saudade e pensa em voltar, sem querer quebrar os laços no Brasil. Pouco a pouco ela amadurece, começa a fazer novas amizades e novas histórias, e no final, ela nos ensina que o que é verdadeiro permanece. Seja o amor de mãe e pai, o amor de amigo ou o amor de alguém mais especial. Se é verdadeiro, fica.
O livro é cheio de diálogos, acontecimentos e acontece num ritmo bem mais rápido, e bem mais profundo (principalmente nos novos temas abordados e mais adultos e também no enredo e personagens) do que o primeiro livro. A narrativa é cativante! Eu ri, chorei, gritei, parei durante uns segundos e reli algumas partes -perplexa com algumas coisas-, tive vontade de bater na Fani e no Leo, enlouqueci com a Tracy, com o Christian e com as novidades do Brasil (é segredo! Leia!) e tudo que se passa no livro é de uma intensidade incrível.

“Estou indo embora. Não sei o que me espera. Mas aprendi que a felicidade é uma opção. Ela mora em todo lugar. Basta que a gente permita que ela nos faça companhia.”

Em resumo: leia. Leia o primeiro, vicie; Leia o segundo e descubra que a história apenas conseguiu ficar melhor ainda e depois, provavelmente você vai apenas seguir o ritmo natural das coisas e ficar tremendamente louca(o) para ler o terceiro volume, assim como eu estou agora.

Minha avaliação geral do livro: 5 estrelas.

P.S.: Eu continuo querendo um Léo pra mim.
P.S.2: Além do Léo, será que dá pra vir o Christian também?
P.S.3: Que Fani sortuda!

O Skoob é uma rede social criada para leitores que desejam compartilhar o amor pelos livros também na internet.
Resolvi fazer esse post para apresentar esse site para vocês, jovens leitores, porquê conheço várias pessoas que gostam de ler e nunca tinham ouvido falar dessa nova rede social ou não sabiam como usá-la.

Pelo skoob você pode pesquisar todos os livros que já leu (ou cadastrar novos livros!), marcá-los como “lido”, “lendo”, “vou ler”, “abandonei” e “relendo”. Além disso, você pode fazer resenhas sobre os livros, criar uma meta de leitura, dar sua classificação de uma a cinco estrelas, comentar sobre eles, marcar livros para troca ou emprestados, colocar datas durante a leitura e marcar seus favoritos (Ufa!). Sem contar que você pode encontrar inúmeros outros leitores!
Resumo: é um site incrível e indispensável para quem gosta de ler.

Se interessou pelo site? Então vamos lá, criar sua estante virtual! Siga as setas e os passos abaixo para saber o que fazer!
Primeiro, entre no site e faça seu cadastro.

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Cadastro feito, você já é um novo usuário do skoob. Agora, precisa arrumar a sua estante! Primeiro, arrume a frase do seu mural: escreva o que preferir e depois clique em “enviar”. Frase do mural pronta, vá em configurações.

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Nas configurações é onde você arruma o seu perfil inteiro. Vá clicando nas abas em cima (dados cadastrais – perfil – login e senha – foto – emails – twitter – facebook – widgets – outros) e deixando seu perfil de acordo com suas informações e preferências.

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Agora é a parte mais importante: você pode começar a pesquisar seus livros preferidos! Vá na caixinha de pesquisa, canto superior direito do site, e pesquise o livro que desejar. No meu exemplo, pesquisaremos o livro O Pequeno Príncipe (♥).
obs: na caixinha de pesquisa você pode pesquisar seus autores favoritos, também!

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Na página do livro é onde você vai poder classificá-lo. Prestem atenção na próxima imagem!

(obrigação: clique para ver maior!)

Marque o livro como lido, vou ler, relendo ou abandonei. Depois, classifique o livro de uma a cinco estrelas. Por último, você pode clicar nos ícones pequenininhos ao lado e marcá-lo como, respectivamente: favorito – desejado – troco – emprestei – tenho – meta de leitura.
Pronto! Esse livro já está na sua estante!
Agora, continue pesquisando seus livros e classificando-os para preencher sua estante. Marque todos os livros que já leu, os que gostaria de ler, faça resenhas, conheça novos livros e pessoas! (:
Ainda tem várias outras coisas sobre o skoob, mas essas vocês aprendem com o uso.

O post ficou grande, mas espero que tenham entendido tudo direitinho e comecem a usar. O skoob é incrível!
E para quem quiser, clique nesse link e entre no meu skoob! No canto esquerdo você pode me seguir ou me adicionar como amiga! (:

Qualquer dúvida, perguntem pelos comentários!

Foto tirada e editada por mim! :)

Já tinha ouvido várias opiniões diferentes sobre esse livro, mas a maioria delas concordava com uma coisa: o livro é encantador. Puro charme. E eu? Assino embaixo! A Paula Pimenta, autora do livro, conseguiu fazer (com perfeição) algo que até agora eu não tinha visto em nenhum outro livro: transformar aquele romance lindo e juvenil de escola que a gente ama, com aquele toque brasileiro que a gente bem conhece. E digo mais: ouvi por aí que ela está sendo chamada de “a Meg Cabot brasileira” e olha, eu não poderia encontrar descrição melhor.

O livro é uma delícia. Ele conta a história da Fani, uma garota que vai fazer um intercâmbio para Londres (Meu sonho, só! ♥) e que, de repente, vai ter que deixar seus amigos, seus pais, toda a sua vida aqui no Brasil. Mais ou menos nessa hora, alguns ‘problemas’ vão acontecendo e mais coisas vão se desenrolando na vida da nossa querida Estefância que se preocupa, chora, pensa em coisas bobas, sonha… bem assim, bem menina, bem adolescente e bem mulher, exatamente do jeito que todas nós, lá no fundo, somos. Explorando temas como a adolescência e todas as implicações que esse período traz, a amizade e o amor, o livro é delicado, apaixonante e de leitura rápida e fácil.

Olha, vou dizer uma coisa: eu me apaixonei pela história desse livro. Pela Fani, pelo Leo, pela Gabi e pela Nathália. As conversas do livro te dão aquela sensação de ‘estou em casa’, porque não é algo superficial ou forçado. E, também, cada capítulo começa com a citação de algum filme e, além de isso ser a coisa mais linda do mundo, metade dessas frases já foram parar na minha agenda. Pra quê melhor?
Meu único arrependimento com relação a esse livro é o de eu não ter lido ele antes.

Só tenho uma última observação antes de terminar essa resenha: eu quero, preciso e necessito de um Léo para mim. Será que dá, Paula Pimenta?

E, por último, a frase de abertura de capítulos mais linda que eu achei no livro:

– O Condutor: Algumas vezes as coisas mais reais deste mundo são as que a gente não pode ver. (O Expresso Polar)

Nota final: 4 estrelas.

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