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Livros

Um livro para permanecer na memória por anos a fio - e que jamais alguém será capaz de criar algo igual novamente.

Cresci com as pessoas ao meu redor dizendo e comentando sobre o quão bom “O pequeno príncipe” era, sobre todas as lições de vida, e a beleza incomparável do texto. Estava curiosa, mas não queria ler, e acabei por adiar a leitura desse livro. Bom, pior pra mim. Imagino quantas coisas eu poderia ter enfrentado com um sorriso no rosto e com um pouco mais de maturidade se eu tivesse lido esse livro antes..

O pequeno príncipe é aquele tipo de livro que não importa quando, como, onde ou quantas vezes você o leia: ele sempre terá algo a acrescentar. É livro de criança, sim, e livro de adulto também. Ele traz uma história tão suave, tão sutil e com uma linguagem infantil que você jamais poderá esquecer.

“Mas vou contar-te o tal segredo: Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos!” – O pequeno príncipe.

O pequeno príncipe traz à tona algumas verdades tão belas, e põe o caráter a prova. Nos faz lembrar de algo tão essencial que constantemente esquecemos: a arte de amar. Assim como o pequeno príncipe amava a sua pequena rosa, assim como o viajante aprendeu a amar o pequeno príncipe, e assim como a raposa e todos os outros. O amor, a amizade, a alegria, a esperança, a sutileza… coisas que há muito nos esquecemos. Mas o principal de tudo: o pequeno príncipe nos convida a voltar à infância, voltar a aprender a se emocionar com as pequenas coisas como uma flor, uma estrela cadente ou um sorriso..

“- Tu procuras galinhas?
- Não, disse o principezinho. Eu procuro amigos. Que quer dizer “cativar”?
- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa “criar laços.
- Criar laços?
-Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás o único no mundo. E eu serei para ti única no mundo…
-Começo a compreender, disse o principezinho.
-Existe uma flor. . . eu creio que ela me cativou … [...]

[...] Se tu vens, por exemplo, às quatro da tarde, desde as três eu começarei a ser feliz. Quanto mais a hora for chegando, mais eu me sentirei feliz. Às quatro horas, então, estarei inquieta e descobrirei o preço da felicidade!” – O pequeno príncipe.

E além de todos os ensinamentos e todas as frases tão perfeitas e que são verdadeiros ensinamentos e lições de vida… sabe o que é o mais lindo? É você poder olhar para a imagem abaixo e saber que isso não é um chapéu.

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.” – O pequeno príncipe.


Minha classificação: 5 estrelas.

THAT'S WHAT I'M TALKING ABOUT!!!!!!!!!!!!11!!!!!

É um livro que conta sobre o que acontece num reality show chamado Jogos Vorazes: 24 pessoas (chamados tributos) se matando dentro de uma espécie de floresta. Apenas um sai de lá. Apenas um sobrevive.

Que horror?

TIRE ESSE PENSAMENTO JÁ DA SUA CABEÇA.
Jogos Vorazes é um dos livros mais incríveis que eu já li na vida!
A narrativa da Suzanne Collins é impressionante. O poder das palavras e a forma com ela as usa fazem você mudar totalmente sua forma de pensar, principalmente porquê a história é contada no presente então você não faz idéia do que vai acontecer. Se a Katniss sente dor, você sente. Se ela sofre, você sofre. Você pode sentir a sede dela, a fome, o desespero. É tudo um grande labirinto, um grande sufoco em que você não se liberta até chegar na última página e é aí que eu digo: Suzanne Collins escreve bem DESSE jeito. Ela faz você realmente sentir que é, de fato, um grande reality show. As pessoas observam, comentam e 24 adolescentes são levados para um lugar para matarem uns aos outros até sobrar só um. Não vou perguntar se você entende, porquê não, você não entende até ler.
Essa coisa do poder das palavras mexe muito comigo, porquê eu me lembro de Hitler. Ele, com o poder das palavras, convenceu uma nação inteira de que matar milhões de pessoas inocentes e fazer barbaridades que mudariam o curso da história para sempre era correto, em prol da busca pela “nação pura”. Consegue imaginar isso?

O livro acontece no futuro. Depois que os Estados Unidos da America é destruído, ali nasce a nação chamada Panem e, com ela, 13 distritos e a Capital – que controla tudo. Cada distrito é responsável por uma coisa: comida, agricultura, energia etc, mas a maioria dos distritos vivem na miséria. O 13° distrito se revolta contra a Capital e acaba sendo destruído. Agora só sobram 12 distritos. O que acontece? Para provar o seu poder, a Capital instala os jogos vorazes: duas pessoas (tributos) sorteadas de cada distrito terá que ir para um lugar e se matar lá dentro. Quem sobreviver (o único ou única) ganha benefícios e melhorias para o distrito.

Primeiro ponto: amor. Katniss se ofereceu como tributo para poupar a vida de sua irmã, Prim. Deixou sua vida, família, esperanças e melhor amigo para trás por amor. Segundo ponto: coragem. A Kat é tão forte. Tão segura de si, indomável, tão como a maioria de nós queremos ser. Ela não é manipulável, não se deixa levar por ninguém, não aceita críticas, não abaixa a cabeça, não aceita que duvidem dela e é tão… tão Katniss!

O ritmo do livro é descontrolado, rápido demais e talvez seja exatamente isso o que o torna tão verdadeiro. Você quase sente. Em um segundo tudo acontece e você passa por pessoas mutiladas, pessoas sendo mortas, perigos, armadilhas e inúmeras outras coisas até parar, ler tudo de novo e perceber exatamente o que é tudo aquilo. Ainda assim, no meio dessa loucura, Katniss e Peeta só querem provar uma coisa: eles são mais do que tributos usados pela Capital como forma de poder. E eles vão provar que, mesmo que eles tenham que morrer e matar, eles continuarão sendo… eles. Vão provar que a Capital não pode influenciá-los.

Mas claro que junto com Jogos Vorazes vem culpa. Culpa e peso no coração de ter me apaixonado tanto por esse livro, mesmo que ele retrate tantas outras coisas violentas da história. Ao mesmo tempo que é fantástico, é esmagador. Brutal. Triste. Todas as pessoas do 13° distrito foram mortas, porque se opuseram à Capital. Porquê falaram sobre o que pensavam, se revoltaram contra a miséria que viviam. A ditadura, por exemplo. Quantas pessoas foram mortas, assassinadas, exiladas ou que simplesmente desapareceram porquê lutaram por justiça? Elas eram vistas como se fossem só peças erradas atrapalhando um jogo de xadrez. Mas acho que isso é outra coisa que a Suzanne Collins coloca no livro, indiretamente, para nos fazer pensar: não devemos nos calar. Nos deixar controlar. A verdade é que o governo deve temer o seu povo, e não o contrário! No final de tudo, eu só sei que ainda não consegui decidir entre terminar esse livro rindo, tendo um infarto ou chorando.
Enough said.

Minha avaliação: 5 estrelas.

A primeira coisa que minha mãe me disse ao me dar esse livro de presente: “Não subestime a história e não julgue o livro pela capa. Nos meus tempos de escola, e até meados dos anos 80, esse livro era leitura obrigatória em todas as escolas do País. É uma história realmente bela.”

Ainda assim, fiquei meio indecisa ao ler o livro. Não dava nada por ele e, confesso: li mais porquê era presente do que por vontade mesmo. Hoje, quando vou conversar com a minha mãe sobre esse livro, ela me diz: “Filha, eu não lembro muita coisa. Eu li esse livro quando tinha 10 anos, era criança ainda. O que eu lembro era que tinha as conversas dos garotos, o campinho de futebol, o loirinho… Lembro deles conversando – mas não lembro o teor das conversas. O que tornou esse livro tão especial pra mim foi o sentimento que eu lembro de ter tido ao terminar de ler ele, mesmo a anos atrás. Lembro que chorei, me emocionei profundamente e isso nunca saiu de mim. Por isso quis que você lesse também.”

Se eu visse esse livro numa prateleira de uma biblioteca, eu provavelmente o ignoraria – e perderia uma grande lição de vida. Isso me diz muita coisa, sabe? É bem verdade quando dizem que não se deve julgar um livro pela capa, pela resenha, pela primeira impressão ou o que for. Todo livro sempre tem algo maravilhoso para te passar. E, é assim que a maioria das coisas boas da vida acontecem: quando você está despreparado. A menina que roubava livros, de Markus Zusak, e esse foram os únicos livros que já me fizeram chorar.

Eu não consigo descrever muito bem a história desse livro, mas quando eu penso nele o que me vem a cabeça é: inocência. Aquele clichê de quão bom é ser criança e de como basta apenas alguns segundos para que a sociedade destrua tudo isso. O livro fala sobre dois grupos de crianças que disputam por um lugar chamado “grund” – um campinho de futebol, disputado pelos dois lados. Os dois lados fazem guerrinhas, brigas, se unem, fazem reuniões e arquitetam planos e mais planos para a posse do tão estimado campinho de futebol, mas a história não é isso. O que torna essa história fantástica, além de dois acontecimentos gigantescos no final, são as pequenas lições intrínsecas a ela. A amizade. A união. O lutar pelo que se quer. As escolhas. As crianças, que lutam com todas as forças por algo que achamos bobo. A visão das crianças de que, ao mesmo tempo que algo simples pode ser tão importante, algo sério pode ser inofensivo.

O livro inteiro é lindo e sensível, mas o que realmente surpreende (e te faz chorar como um bebê) é o final. Por isso eu peço: leia. Mas leia mesmo. Se você ver esse livro em alguma prateleira, em alguma livraria… dê uma chance para ele. Não vai se arrepender.

Minha avaliação: 5 estrelas.

Quem me passou esse meme foi a Gabi (Bibs!) do blog Nooblândia. :)
Vamos lá?

Meta de leitura: Ano passado li 78 e, esse ano, espero ler 100!

Primeiro do ano: Dos três, um: Sábado À Noite (Babi Dewet), Eu sou o Mensageiro (Markus Zusak) ou O Morro Dos Ventos Uivantes (Emily Brontë). Muito provavelmente, sábado à noite!

Gênero que vou ler mais: Romances, mas os clássicos. Jane Austen, Shakeaspere… Mas também vou ler muito chick-lit, fantasia e coisas do tipo!

Gênero que vou ler menos: Auto ajuda. Enough said.

Lançamento internacional mais aguardado: Silêncio, da Becca Fitzpatrick. Continuação de Sussurro e Crescendo!

Lançamento nacional mais aguardado: Sem dúvida NENHUMA é Fazendo meu filme 4 (e último!) e Sábado à noite 2.

Continuação de saga mais aguardada: As crônicas de Kane (Pirâmide Vermelha! Pirâmide Vermelha!) e Silêncio.

Final de saga mais aguardado: Silêncio, over again. E A esperança, continuação de Jogos Vorazes. Já saiu, ok, mas eu ainda não li.

Próximas compras: Em chamas e A esperança (Jogos Vorazes #2 e #3!), Suzanne Collins. Fazendo meu filme 3 – O roteiro inesperado de fani, Paula Pimenta. Equador, Miguel Souza Tavares. O Herói perdido, Rick Riordan (♥). O céu está em todo lugar, Jandy Nelson. Bonequinha de luxo, Truman Capote. E, por último (ufa!), toda a Coleção Negra.

E indico esse meme para quem quiser fazer! :)

“Existe uma coisa deliciosa em escrever aquelas primeiras palavras de uma história. Você nunca pode dizer exatamente aonde elas irão te levar. As minhas me trouxeram aqui.” – Miss Potter.

Nota: se você não leu o primeiro livro, leia a resenha de Fazendo meu filme 1 – A estréia de Fani primeiro para entender melhor a história!

Fazendo meu filme 2 – Fani na terra da Rainha foi um dos livros que mais me surpreenderam, por vários motivos. Normalmente, são raros os livros de séries que tem o seu segundo volume sendo tão bom (ou melhor) do que o primeiro, como esse foi. Mesmo com o final do primeiro livro, que nos deixa cheias de expectativas, mesmo com a história que muda totalmente de cenário (totalmente diferente do primeiro!) e mesmo com todos os outros personagens que entram na história, isso tudo (surpreendentemente) não faz com que a história perca o foco. Pelo contrário: o amadurecimento da Fani é visível conforme as páginas do livro vão sendo devoradas. Os personagens anteriores não são esquecidos e você consegue sentir o desenvolvimento natural das coisas.

Nesse segundo volume, Fani vai para a Inglaterra, pronta (ou nem tanto) para iniciar uma vida totalmente nova, longe de tudo o que sempre esteve acostumada e, principalmente, longe do protagonista de um amor que ela descobriu tarde (ou cedo) demais.

“Todos os seus momentos transbordam intensidade. E não seria assim a forma como deveríamos sempre viver? Fazendo cada minuto valer, em vez de deixar o relógio funcionar inutilmente?”

Deixe-me dizer uma coisa: se você pensa em fazer intercâmbio (principalmente pra Inglaterra, Londres ♥, assim como eu!) vai se identificar mais do que tudo com esse livro, e vai ficar mais ansioso pra ir ainda! A descrição de lugares, de pessoas, da família ‘provisória’, das novas companhias… tudo é tão intenso e bem feito que você quase se sente lá, com a Fani. Do outro lado do mundo, Fani sente a dor da saudade e pensa em voltar, sem querer quebrar os laços no Brasil. Pouco a pouco ela amadurece, começa a fazer novas amizades e novas histórias, e no final, ela nos ensina que o que é verdadeiro permanece. Seja o amor de mãe e pai, o amor de amigo ou o amor de alguém mais especial. Se é verdadeiro, fica.
O livro é cheio de diálogos, acontecimentos e acontece num ritmo bem mais rápido, e bem mais profundo (principalmente nos novos temas abordados e mais adultos e também no enredo e personagens) do que o primeiro livro. A narrativa é cativante! Eu ri, chorei, gritei, parei durante uns segundos e reli algumas partes -perplexa com algumas coisas-, tive vontade de bater na Fani e no Leo, enlouqueci com a Tracy, com o Christian e com as novidades do Brasil (é segredo! Leia!) e tudo que se passa no livro é de uma intensidade incrível.

“Estou indo embora. Não sei o que me espera. Mas aprendi que a felicidade é uma opção. Ela mora em todo lugar. Basta que a gente permita que ela nos faça companhia.”

Em resumo: leia. Leia o primeiro, vicie; Leia o segundo e descubra que a história apenas conseguiu ficar melhor ainda e depois, provavelmente você vai apenas seguir o ritmo natural das coisas e ficar tremendamente louca(o) para ler o terceiro volume, assim como eu estou agora.

Minha avaliação geral do livro: 5 estrelas.

P.S.: Eu continuo querendo um Léo pra mim.
P.S.2: Além do Léo, será que dá pra vir o Christian também?
P.S.3: Que Fani sortuda!

O Skoob é uma rede social criada para leitores que desejam compartilhar o amor pelos livros também na internet.
Resolvi fazer esse post para apresentar esse site para vocês, jovens leitores, porquê conheço várias pessoas que gostam de ler e nunca tinham ouvido falar dessa nova rede social ou não sabiam como usá-la.

Pelo skoob você pode pesquisar todos os livros que já leu (ou cadastrar novos livros!), marcá-los como “lido”, “lendo”, “vou ler”, “abandonei” e “relendo”. Além disso, você pode fazer resenhas sobre os livros, criar uma meta de leitura, dar sua classificação de uma a cinco estrelas, comentar sobre eles, marcar livros para troca ou emprestados, colocar datas durante a leitura e marcar seus favoritos (Ufa!). Sem contar que você pode encontrar inúmeros outros leitores!
Resumo: é um site incrível e indispensável para quem gosta de ler.

Se interessou pelo site? Então vamos lá, criar sua estante virtual! Siga as setas e os passos abaixo para saber o que fazer!
Primeiro, entre no site e faça seu cadastro.

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Cadastro feito, você já é um novo usuário do skoob. Agora, precisa arrumar a sua estante! Primeiro, arrume a frase do seu mural: escreva o que preferir e depois clique em “enviar”. Frase do mural pronta, vá em configurações.

(clique para ver maior)

Nas configurações é onde você arruma o seu perfil inteiro. Vá clicando nas abas em cima (dados cadastrais – perfil – login e senha – foto – emails – twitter – facebook – widgets – outros) e deixando seu perfil de acordo com suas informações e preferências.

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Agora é a parte mais importante: você pode começar a pesquisar seus livros preferidos! Vá na caixinha de pesquisa, canto superior direito do site, e pesquise o livro que desejar. No meu exemplo, pesquisaremos o livro O Pequeno Príncipe (♥).
obs: na caixinha de pesquisa você pode pesquisar seus autores favoritos, também!

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Na página do livro é onde você vai poder classificá-lo. Prestem atenção na próxima imagem!

(obrigação: clique para ver maior!)

Marque o livro como lido, vou ler, relendo ou abandonei. Depois, classifique o livro de uma a cinco estrelas. Por último, você pode clicar nos ícones pequenininhos ao lado e marcá-lo como, respectivamente: favorito – desejado – troco – emprestei – tenho – meta de leitura.
Pronto! Esse livro já está na sua estante!
Agora, continue pesquisando seus livros e classificando-os para preencher sua estante. Marque todos os livros que já leu, os que gostaria de ler, faça resenhas, conheça novos livros e pessoas! (:
Ainda tem várias outras coisas sobre o skoob, mas essas vocês aprendem com o uso.

O post ficou grande, mas espero que tenham entendido tudo direitinho e comecem a usar. O skoob é incrível!
E para quem quiser, clique nesse link e entre no meu skoob! No canto esquerdo você pode me seguir ou me adicionar como amiga! (:

Qualquer dúvida, perguntem pelos comentários!

Foto tirada e editada por mim! :)

Já tinha ouvido várias opiniões diferentes sobre esse livro, mas a maioria delas concordava com uma coisa: o livro é encantador. Puro charme. E eu? Assino embaixo! A Paula Pimenta, autora do livro, conseguiu fazer (com perfeição) algo que até agora eu não tinha visto em nenhum outro livro: transformar aquele romance lindo e juvenil de escola que a gente ama, com aquele toque brasileiro que a gente bem conhece. E digo mais: ouvi por aí que ela está sendo chamada de “a Meg Cabot brasileira” e olha, eu não poderia encontrar descrição melhor.

O livro é uma delícia. Ele conta a história da Fani, uma garota que vai fazer um intercâmbio para Londres (Meu sonho, só! ♥) e que, de repente, vai ter que deixar seus amigos, seus pais, toda a sua vida aqui no Brasil. Mais ou menos nessa hora, alguns ‘problemas’ vão acontecendo e mais coisas vão se desenrolando na vida da nossa querida Estefância que se preocupa, chora, pensa em coisas bobas, sonha… bem assim, bem menina, bem adolescente e bem mulher, exatamente do jeito que todas nós, lá no fundo, somos. Explorando temas como a adolescência e todas as implicações que esse período traz, a amizade e o amor, o livro é delicado, apaixonante e de leitura rápida e fácil.

Olha, vou dizer uma coisa: eu me apaixonei pela história desse livro. Pela Fani, pelo Leo, pela Gabi e pela Nathália. As conversas do livro te dão aquela sensação de ‘estou em casa’, porque não é algo superficial ou forçado. E, também, cada capítulo começa com a citação de algum filme e, além de isso ser a coisa mais linda do mundo, metade dessas frases já foram parar na minha agenda. Pra quê melhor?
Meu único arrependimento com relação a esse livro é o de eu não ter lido ele antes.

Só tenho uma última observação antes de terminar essa resenha: eu quero, preciso e necessito de um Léo para mim. Será que dá, Paula Pimenta?

E, por último, a frase de abertura de capítulos mais linda que eu achei no livro:

– O Condutor: Algumas vezes as coisas mais reais deste mundo são as que a gente não pode ver. (O Expresso Polar)

Nota final: 4 estrelas.

Por um lado, as lojas. Você só precisa entrar e pagar para chamar aquele item de “meu”. Por outro lado, a internet onde, apesar de ser tão conhecida, ainda é um tanto desconhecida no quesito “compras”. Qual escolher?

A maioria das pessoas nunca fez uma compra pela internet por motivos diversos e, geralmente, isso acontece pelo medo. Medo de não chegar, medo de roubarem seu dinheiro, medo das encomendas chegarem quebradas/amassadas/estragadas…
Deixa eu começar dizendo uma coisa: a encomenda chega.
Aqui em casa, sempre foram todos muito atarefados e, por isso, descobrimos o mundo das compras pela internet bem cedo. Sem tempo de sair e ficar pechinchando por aí, arriscamos e resolvemos dar uma chance aos sites online. Hoje, posso dizer com certeza que metade de tudo o que tem na minha casa veio da internet. Roupas, sapatos, o meu computador, os meus 2435435 livros, o notebook do meu pai, o meu guarda-roupa, a câmera fotográfica e até mesmo a mobília do escritório também – tudo vindo de compras online.

Você sabia?
Existem leis e inúmeros códigos de proteção à consumidores de lojas virtuais. Essas compras online (chamadas de contratos eletrônicos) são protegidas e, caso algo aconteça, você pode recorrer à processos e até mesmo ao PROCON.
(leia mais, aqui!)

Mas, vamos aos prós e contras:

- Lojas, prós: Você pode tocar no produto que quer comprar, pode olhar diretamente, ver a qualidade de material e, após pagar, pode pegar o produto e ir para casa com ele na mesma hora.
- Lojas, contras: O fato de ter que sair de casa e gastar tempo indo até a loja. Além disso, o preço geralmente é o dobro mais caro do que o preço do mesmo produto na internet. Também, a falta de variedade. Na internet você acha de tudo o que imaginar e, inclusive, algumas coisas que não tem nas lojas.

- Internet, prós: O preço que é quase cem por cento das vezes mais barato (Já comprei um livro pela internet por 19,90 e que estava 49,90 na livraria). A praticidade e conforto. A variedade de coisas para comprar (em outros lugares do mundo, também).
- Internet, contras: O frete, que gira em torno de 3 a 15 reais (ou dólares, no caso de sites internacionais). A demora da entrega (geralmente de 3 dias a 3 semanas).

Agora, algumas perguntas freqüentes sobre compras pela internet:

- É seguro?
Comprando em sites confiáveis e de bom renome, é sim. Esses sites de compras pela internet possuem mecanismos específicos que tornam praticamente impossível que aconteça algo com o seu dinheiro ou com a sua conta bancária na hora da transação e, se algum problema acontecer com a própria loja, você pode entrar em contato com a loja que na maioria dos casos resolve. Se não resolver, existem leis e órgãos a quem recorrer e pedir ajuda.

- E os produtos, como chegam?
Pelo correio, em caixas, com muito plástico-bolha e, quase todas as vezes, em boas condições. Uma vez, porém, comprei um conjunto de copos pela internet e alguns deles vieram quebrados – provavelmente por causa dos ônibus em que são transportados e por sua condição frágil. Liguei para a loja informando e três dias depois eles tinham entregado um conjunto de copos novos e impecáveis!

- E o pagamento?
Na maioria das vezes o pagamento é feito através de um cartão de crédito onde você pode passar no crédito, débito ou parcelar. Mas, também pode ser feito, na maioria dos sites, por boleto bancário ou transferência eletrônica.

- O que é preciso para comprar pela internet?
A maioria dos sites só exige cadastro para as compras. O cadastro sendo feito, você poderá comprar quantas vezes quiser.

- Posso comprar em sites internacionais também?
Pode mas, se a sua encomenda tiver muitos eletrônicos ou for muito grande, existe a possibilidade dela parar na alfândega ao entrar no Brasil e, para ser liberada, talvez você tenha que pagar 100% a mais do valor original do produto. Ainda assim, é uma boa pedida para quem gosta de variedade (livros em outras línguas, produtos, roupas e outras coisas importadas, etc).

- Onde eu posso comprar?
Existem inúmeros sites usados para compras pela internet. O que eu mais recomendo e uso: Submarino. Além das promoções incríveis que tem por lá, se você comprar acima de um determinado valor, não paga frete. Compro principalmente livros por lá, mas já comprei outras coisas. Tive um único problema quando não conseguiram entregar minha encomenda por não achar meu endereço e demoraram quatro meses. MAS, foi compreensível, porquê meu endereço é mesmo difícil de encontrar. Quando a encomenda finalmente chegou, ainda veio brinde junto e um pedido de desculpas! :)

E é isso. Espero que tenha respondido a maioria das dúvidas e, se ainda houver alguma, podem perguntar pelos comentários. Espero, também, que aqueles que tinham medo ou inseguros possam dar uma chance para os sites online!

A cidade do sol foi o segundo livro que eu li do Khaled Hosseini. Depois do meu trauma inesquecível com O caçador de pipas, não pensei duas vezes em ler outro livro do mesmo autor. Não me arrependi.
Se O caçador de pipas não fosse o clássico dos clássicos e não fosse tão incrível, eu me arriscaria a dizer que A cidade do sol consegue superá-lo. Ambos os livros tem “desgraça demais para um livro só” (como diz uma amiga minha), mas também sempre conseguem passar uma grande lição no final que vai fazer você ficar se revirando noite após noite sem conseguir dormir direito. Mas, nesse caso, a cidade do sol tem algo a mais…

A cidade do sol conta a história de Mariam e Laila. Mariam viu Laila quando esta ainda era um bebê, e mesmo odiando-a, a vida se encarregou de juntá-las e transforma-las em apenas mulheres, unidas, amigas, procurando sobreviver. Mulheres que lutam, que sofrem, que choram, que apanham e que buscam uma felicidade frágil que nasce e morre ao pôr do sol. Elas se veêm rodeadas pela injustiça, por amores perdidos, por traumas do passado e por feridas que insistem em não cicatrizar. O que eu particularmente acho incrível nesse livro, é o quanto as pessoas podem se tornar fortes quando a única opção que elas têm é, de fato, ser forte. O quanto essas mulheres sofreram, apanharam e foram oprimidas por maridos, sociedade, época e por seus próprios desejos.. E não só isso: em vários sentidos e em várias situações, a história sofre reviravoltas e você de repente percebe que em algum momento o Khaled Hosseini puxou o seu tapete, inevitavelmente. Mariam e Laila são personagens fictícias, e ao mesmo tempo, reais. Mostram a realidade de inúmeras mulheres em vários lugares do mundo que até hoje lutam pela felicidade e pelos seus direitos. Impossível descrever os sentimentos que esse livro te passa e tudo o que ele contém. Impossível descrever a história de tamanho sofrimento, tamanha luta, tamanha beleza.

Como qualquer livro do Khaled, a linguagem é pesada, e o livro é traumatizante – de uma forma boa, daquelas que você nunca mais esquece, e de uma forma ruim também. Eu, por exemplo, não consigo mesmo pensar no livro O Caçador De Pipas sem querer chorar e nesse também não. Muito menos nesse! Da mesma forma, não consigo explicar o efeito que eles causaram em mim ou quão profundamente me marcaram, apesar de serem histórias completamente diferentes.
Se você não gosta de livros triste, não leia. Mas esse livro nos proporciona uma jornada incrível, de várias formas.

Uma curiosidade que eu li sobre o livro: O título em inglês é “A thousand splendid suns” que, em português, seria “Mil sóis esplêndidos”. Esse título se refere a Cabul, capital afegã onde a história se passa e a um poema bem conhecido da cultura deles e de mesmo nome.
“Não se podem contar as luas que brilham por seus telhados, nem os mil sóis esplêndidos que se escondem por trás de seus muros.” – Mil sóis esplêndidos, poema.

Minha avaliação: 5 estrelas.

O principal objetivo do blog é, na verdade, me dar a oportunidade de surtar à vontade e expressar tudo o que eu penso quando leio um livro. Mas, claro que eu tenho que fazer um pouco de charminho e acrescentar algumas coisas burocráticas né… HAHAHAHAHA Brincadeira.
De verdade, o blog foi criado para ser um tipo de incentivo para as pessoas iniciarem a leitura, que é um mundo mágico, encantador. E também, falar sobre os nossos autores brasileiros. Sempre me revoltei com essa de que “brasileiro vive com macacos, não escrevem bem, não fazem nada direito”.. quer dizer, tem certas coisas que a gente precisa começar a combater, não acham? Essa visão que os estrangeiros tem, e que infelizmente os próprios brasileiros também tem, é pura idiotice e falta de senso, de conhecimento.
Por isso, vim trazer aqui o nome de alguns autores e autoras brasileiras consagradas, com livros incríveis que valem muito a pena e que, na verdade, só precisam de um voto, porque o resto -a beleza, a magia, o encanto- eles já têm. Só precisam que a gente abra um pouquinho a mente e veja que há mais do que os livros estrangeiros, e há mais do que possamos imaginar.

- Sábado à noite, por Babi Dewet.
O livro era uma antiga fanfic (que eu li no tempo e desidratei de tanto chorar) e acabou virando livro pelo sucesso que foi. Não deixem de ler! Surpreendente, encantador, incrível!
“- [...] Vai ver se apaixonou. Ideias estapafúrdias sempre vem de alguém apaixonado.”
Livro no skoobSite oficial da autora

- Entre o amor e a amizade, por Bianca Briones.
“Ele a salvou de todas as maneiras que uma pessoa pode ser salva. Ela lhe mostrou que ele podia parar de fugir. Ele a fortalecia. Ela era seu anjo.”
Livro no skoobSite oficial da autora

- Estrela píer, por Kamilla Denlescki.
“[...] E ele fará de tudo para protegê-la, mesmo que, em troca, tenha de sofrer muito mais do que espera.”
Livro no skoobBlog oficial da autora

- Série Fazendo meu filme, por Paula Pimenta.
Paula Pimenta é considerada a Meg Cabot brasileira, e não há descrição melhor. São três livros (e vem vindo o quarto) que fizeram um sucesso imenso. Os livros são maravilhosos. Ponto final.
“[...] Não sei como serão meus próximos capítulos, mas posso imaginá-los e tentar vivê-los o mais fielmente possível ao roteiro que eu mesma vou criar.”
Livro no skoobSite oficial da autora.

- Pobre não tem sorte, por Leila Rego.
“O povo não esquece esse tipo de coisa tão rápido assim, sabia? O ‘P.O.V.O. – Pessoas Ocupadas (demais) com a Vida dos Outros’ é uma raça muito cruel.”
Ou seja: engraçadíssimo, bom demais, imperdível.
Livro no skoobSite oficial da autora.

- Amores incertos, por Roberta Polito.
O livro fala sobre nossos problemas, desilusões, barreiras, e tudo que nos impede de amar e ser amado…
Livro no skoobSite oficial da autora.

- Nove minutos com blanda, por Fernanda França.
“É brasileiro, é chick-lit e é de se orgulhar.” (por Babi Dewet)
Livro no skoobSite oficial da autora.

- Sou toda errada, por Tammy Luciano.
“Enquanto nos beijávamos, me vi pela última vez mentalmente saudável. Eu não sabia, mas enquanto me apresentava para ele, abria todas as portas das loucuras que
guardava dentro de mim.”
Livro no skoobSite oficial da autora.

E bom, não sei se esqueci de algum, mas acho que acabei.
Aprender a reconhecer a própria cultura e o que tem de bom no cantinho em que nascemos é incrível. Tem várias histórias aí a fora esperando para serem lidas! :)

“Hassan e eu mamamos no mesmo peito. Demos os nossos primeiros passos na mesma grama do mesmo quintal. E, sob o mesmo teto, dissemos nossas primeiras palavras.
A minha foi baba.
A dele, Amir. O meu nome.
Olhando para trás, agora, fico pensando que os alicerces do que aconteceu no inverno de 1975 – e de tudo o que veio depois – já estavam contidos nessas primeiras palavras.”

Ao meu ver, o caçador de pipas representa o significado da verdadeira amizade. Da verdadeira lealdade, acima de qualquer coisa. Uma lealdade feita pela inocência de duas crianças e moldada pela maldade e pela covardia. Mais do que palavras: gestos. Alguém que te entende sem que você abra a boca, alguém que sabe o que você precisa, alguém que não vai medir esforços para te fazer feliz e para estar ao teu lado. Esse livro é assim, incomparável.

Quão longe você iria por um amigo? Quão forte você é para lutar por ele?
É impressionante como o livro mostra que, de fato, é assim: pequenos momentos que definem uma vida inteira. A covardia, o medo, o calar quando se deve falar. As coisas que passam, as oportunidades perdidas, o desespero, a dor, o remorso. É um daqueles livros que ficam na memória por anos a fio, e que doem, machucam a cada vez que você volta a pensar nele.

“Abri a boca e quase disse algo. Quase. O resto da minha vida poderia ter sido bem diferente se eu tivesse dito alguma coisa naquela hora. Mas não disse. Só fiquei olhando. Paralisado.”

Não vou falar muito e nem do quanto eu chorei ou de quão profundamente esse livro me marcou porque, além de perder a graça, acredito que a maioria já leu. E, se você ainda não leu, o que está esperando? Esse livro tem uma linguagem pesada, diferente e difícil de se acostumar, mas vale a pena. Ele desperta a esperança, e mostra que sempre haverá o erro, mas também sempre haverá a segunda chance.

Minha avaliação: 5 estrelas.

Talvez eu só seja sentimental demais, mas eu simplesmente não consigo descrever esse livro. É só que é um livro tão profundo e tão intenso (de diversas formas) que eu não consigo pensar nele sem uma vontade terrível de chorar.

Me chamem de criança, de infantil ou do que quiserem, mas eu sinceramente não sei lidar com isso.

“Quando a morte conta uma história, você deve parar para ler.”

Eu senti tantas coisas lendo esse livro. É um daqueles que você lê e nunca mais consegue esquecer -fica com ele na memória por anos a fio. Eu só peço uma coisa: leiam. É uma das coisas mais belas já criadas pelo ser humano.

Depois de ler, assistam a esse vídeo e vejam a tradução também.
Parece que foi feito para o livro! É fantástico.

Basicamente, tudo o que eu quero em uma foto. A primeira coluna com os livros dessa série, O diário da princesa, e a segunda coluna com a série A mediadora (que eu li e morri duas vezes! ♥ mas sobre isso eu falo depois.).

Preciso dizer que eu sou apaixonada por essa série. Primeiro porque estamos falando sobre a Meg Cabot (e isso já resumiria um monte de coisa), e segundo porque a Mia é… bom, a Mia. Ela é encantadora!
Eu me identifiquei muito com a série porquê, além de ser muito bem escrita (Meg Cabot, sua linda!), a Mia se parece muito comigo. Conosco, meninas e adolescentes normais, comuns (a não ser que você seja um garoto e esteja lendo isso). Ela chora, ela se emociona, ela briga com a melhor amiga, ela tem preguiça, ela tem uma paixão platônica, ela é tímida, ela não sabe expressar seus sentimentos, ela tem ídolos… entendem? É uma garota comum.

O livro começa a contar a história da Mia enquanto ela está no Ensino Médio. Claro que vai ter aquela paixão, um professor chato, um grupinho de populares e metidas que adoram irritar a vida da mocinha… Mas é aí que entra o diferencial: ela não é qualquer mocinha, não, não! Além dela ter descoberto (depois de quinze anos de idade) que ela era uma princesa e dentro de alguns anos teria um país em suas mãos, ela é totalmente o oposto do esperado. Ela é desajeitada, desarrumada, nerd, longe de ser uma das populares, é apaixonada pelo irmão da melhor amiga e tem um e oitenta de altura e nada de peito. Como o livro é contado em primeira pessoa (afinal, é o diário da Mia), as descrições não poderiam ser mais engraçadas ou mais ricas em detalhes. Desde o começo, Mia vai crescendo. Vai contando sua história quando ela descobre que é uma princesa, a loucura na sua escola, amigos e família, suas reações… até o último livro, anos depois e totalmente mudada, onde ela cria a maior revolução que Genovia já conheceu. São 10 livros onde você vê a Mia crescer, amadurecer, tomar suas próprias decisões. Eu meio que me senti no lugar dela e foi incrível porquê provavelmente eu agiria assim como ela. É o que eu disse: ela é apenas uma garota com sonhos e histórias para contar.
Apesar de algumas enrolações que alguns livros da série têm, é uma (grande) história muito recomendada. A Mia chora, grita, quer, pede, espera, sonha, se apaixona, sofre, pensa, tem que lidar com decisões difíceis…

Deixe-me fazer uma pausa aqui para fazer uma ligação com o filme. Não assista os filmes querendo entender os livros. Não tem nada a ver, absolutamente! Eu fiquei impressionada! O filme é lindo, é, mas é totalmente irreal se comparado com o livro. Os personagens são muito, muito, realmente diferentes, e são apenas baseados nos livros, pois o roteiro é totalmente diferente. A história dos filmes e dos livros é diferente.
A Clarisse, por exemplo, a avó da Mia. Gente! No filme temos a Julie Andrews (linda! linda! linda!) que é doce, gentil, polida, educada… E no livro, a avó Clarisse Rinaldi é totalmente o oposto. Para ser sincera, ela é oposto de tudo o que pensamos que uma avó deve ser, e eu a amei como nunca! Ela não é nada gentil, muito menos amorosa e fofa. Ela é a melhor da história toda. Ela mente na cara dura, é provavelmente mais pentelha e irritante do que a Mia, toma decisões por si própria, faz o que quer quando quer e todo esse tipo de coisa. Ela não é uma má pessoa, nem de longe, ela só é… loucona. Tinha horas que eu morria de raiva, outras que eu morria de amor, e outras que eu morria de rir.
A Lilly Moscovitz, suposta melhor amiga, é mais uma que merece ser comentada aqui. Passei o livro gritando tipo “Mia! Ela não gosta de você de verdade! Ela não é sua melhor amiga!”, mas infelizmente, os personagens não conseguem nos ouvir. *suspiro* É outra diferença gritante entre os livros e os filmes. A Lilly inferniza a vida da Mia várias vezes e, durante os livros, se torna tudo menos melhor amiga. É de deixar o coração partido, mas enfim. Claro que isso tudo se resolve depois, e claro que tudo sempre tem uma resposta também, mas… segredo!
E ainda tem o Michael Moscovitz, que é quase o centro da série, depois da Mia. Engana-se você se pensa que ele é só uma paixão da princesa como é retratado no filme.
E por último… o segundo filme. Oi? A história mudou de foco totalmente! Ok que a segunda paixão dela foi linda, mas… enfim, só quero que vocês entendam que os filmes e livros são totalmente diferentes. E isso também não quer dizer, de forma alguma, que eu não goste dos filmes ou não os ache lindos. Eles são!

Minha avaliação final para toda a série: 4 estrelas.
O diário da princesa é uma série da Meg Cabot, lançada pela Editora Record.

Me fazendo suspirar loucamente. (por We ♥ it)

Um cara alto, musculoso, lindo, com a perfeição de um deus.. e que foi escolhido como seu parceiro durante as aulas no colégio. Ah! E ele parece te seguir, ler seus pensamentos, e ter o dom de te fazer ruborizar. Com aqueles olhos sombrios que conseguem ler cada centímetro da sua mente..

Meu primeiro contato com Sussurro foi através de uma resenha do blog Literalmente Falando. O livro me despertou o interesse, e semanas depois, ganhei de presente.

Sabe quando você começa a ler um livro e, de repente, percebe que isso é tudo o que você consegue (ou quer) fazer? Então.
Li Sussuro em 4 horas.

Sempre gostei de livros que envolvessem suspense e romance ao mesmo tempo, e Sussuro não me decepcionou. Como a própria capa já diz, Patch é um anjo caído, e, de alguma forma, ele vai parar no mesmo colégio que Nora Grey. O nosso querido Patch é quase um Edward Cullen de tão perfeito, só que mais sombrio e com muito mais segredos obscuros. E, a partir do momento que Patch entra na vida de Nora, ela sente que está em algum tipo de pesadelo-sonho. Ela sente que está sendo vigiada, e começa a achar que está enlouquecendo ao ver coisas que nunca aconteceram mas que ela jura ter sido reais. Mas, como fugir e como escapar se a razão de tudo isso, aparentemente, é a pessoa que a faz suspirar?

Com o decorrer do livro, outros personagens vão aparecendo, criando mais suspenses, mais segredos, mais suspeitas inquebráveis. Do meio para o final do livro, se você ainda não tiver surtado (como eu), com certeza estará roendo as unhas de ansiedade. E, quando você finalmente você descobrir o segredo e ver que a autora te puxou o tapete inevitavelmente em algum momento, você vai ficar tipo: “COMO?” HAHAHAHAHAHA!

Os personagens são cativantes. Nora é contraditória, com os pés firmes no chão, e mesmo apaixonada, ela não tem aquela coisa de garota adolescente “ai-será-que-ele-gosta-de-mim” que a gente está acostumada (e que a gente ama mesmo assim). Ela é mulher – sem draminhas. Quer, vai atrás, procura, assume seus dotes investigatórios, mergulha no novo e vai com uma coragem que é inspiradora.
Agora, o Patch são outros quinhentos. Ele não é nenhum tipo de príncipe encantado que leva flores pro jantar. Não. Ele é sombrio, misterioso, irresistivelmente encantador, e é alguém que consegue te ter exatamente aonde ele quer. Alguém que te faz duvidar.. e confiar. Isso porquê eu ainda nem mencionei a parte física.
E por último, a Vee, melhor amiga da Nora. Minha primeira impressão foi de que ela seria aquelas piruas falsas e escândalosas e eu, sinceramente, queria que fosse assim (porquê afinal, ter alguém a quem odiar num livro faz bem), mas… não foi. Ela foi só a Vee, a melhor amiga, linda, companheira, louca, meio burrinha e.. ideal. Não sei explicar direito, mas eu sei que você simplesmente acaba por se apaixonar pela personagem. Me surpreendeu mesmo!

Sussurro é um livro que prende do início ao final. (Com o Patch, então… *cai da cama*)
Uma linguagem não tão inocente – mas totalmente recomendável.

Minha nota final: 4 estrelas!

Se você quiser um livro delicado, de leitura rápida e fácil – mude para outra resenha, vá ler outra coisa. Orgulho e preconceito é um daqueles livros supostamente arrastados, com leitura rebuscada e palavras que você nunca viu na vida, nomes demais, detalhes demais e, é também aqueles livros que você pega para ler várias vezes, mas nunca termina. Por outro lado, se você quiser mais um livro para entrar nos seus favoritos, você esbarrou no livro certo. Se você quer mais uma autora para ser fã, eis Jane Austen.

Posso dizer, sem exagero, que todos os livros que eu leio agora parecem totalmente fracos pra mim?

O livro se passa em meados do século XIX. Jane Austen descreve com perfeição os tempos antigos, os bailes, a sociedade e, com um não tão leve tom de crítica, expõe os costumes e relações familiares e amorosas. Mais do que isso, a autora nos desperta a atenção para defeitos nossos como seres humanos, principalmente com relação à julgamentos precipitados, baseados em ações um tanto precipitadas também. São pessoas pressionadas pela sociedade (assim como nós, hoje em dia – apenas em outras circunstâncias) e que são julgadas pelo mínimo de suas ações. E assim, em meio a bailes, jantares, vestidos de gala e uma boa dose de hipocrisia em vários lados, eu me vi totalmente envolvida com o livro.

Na época descrita na história, o casamento arranjado em função do dinheiro era algo comum e as mulheres viviam para ir em bailes, casar, cuidar da casa e dos filhos e manter uma boa aparência social. Nesse meio, encontra-se Elizabeth, uma mulher forte, uma heróina com mente bem definida e que vem em forma de crítica à todas as outras ao seu redor: ela é observadora, sábia, cínica, atrevida e ainda espera casar-se por amor. Por outro lado, temos Fitzwilliam Darcy: arrogante, presunçoso, de poucas palavras e que acreditar ser o centro do mundo. Pelo menos, na mente de Elizabeth ele é assim. (suspense!) Mas, claro que ela está errada, se deixando levar por aparências e se deixando enganar por comentários alheios maldosos. Surpresa, descobrindo-se como alvo do amor do Sr. Darcy e tentando sobreviver à irmãs e à mãe fútil, Elizabeth vai gradualmente descobrindo os próprios sentimentos e desvendando vários acontecimentos ao seu redor.

Não é mesmo a toa que esse livro seja a obra prima de Jane Austen. Saber que ela o escreveu antes dos 21 anos, então, me faz admira-la ainda mais. O livro é rico em detalhes mínimos e apesar da narrativa ser um pouco lenta no começo, não desista. Vale tanto a pena! Tanta coisa acontece na história que você se perde, se acha, chora junto com a Elizabeth, sofre com ela, sente a futilidade geral, se emociona e, depois, se pega torcendo baixinho pelo Sr. Darcy.

O filme, também, é bem fiel ao livro. Faz jus à história contada e à sua época, seus costumes, trajes e à toda a cultura vivida.
O livro já é completamente desnorteador por si só, de tão esplêndido que é. Agora imaginem o que eu senti quando vi o filme, com todos aqueles vestidos e aquela pompa, e com aquele Mr. Darcy (Matthew MacFadyen, VEM PRA MIM!) lindo de olhos azuis declarando todo seu amor para uma Elizabeth encharcada e com raiva.
Eu morro de amor, gente, morro de amor.

Nota final: é comprovado cientificamente por mim que as pessoas que leem esse livro (e assistem o filme – mas lendo o livro primeiro) são 100% mais felizes. Ou seja…
Avaliação geral do livro: 5 estrelas. Sem dúvidas!

Por último, quero deixar aqui uma frase do livro, do Sr. Darcy (♥) para a Elizabeth, que é encantadora.

"Por favor, me permita dizer o quão ardentemente eu a admiro e a amo." - Mr. Darcy

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